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à la Hakim Bey (Texto Em Aberto)

V – em diante as Sombras são freqüências dum substrato corpóreo-obscuro, muitas vezes confundidas com plasmas & reflexões próprias, nunca realmente vistas como passagens para outros modos de sapiência inata; Sombras são blocos de conhecimento obscurecidos pela Descrença. & jamais, JAMAIS, procrie em nome do Eu. procrie para a prorrogação do Tempo Iminente, para atrasar [...]

à la Hakim Bey (Texto Em Aberto)

IV – Caos Co-Relacional a meta final pode ser escolhida, mas o Gozo Cósmico Transcendental é uma das mais aconselháveis — não só por conter grande parte de Informação Genética Inicial — mas também por gerar transformações externas a nível plástico & internas a nível celular. todo fato é fruto das combinações aleatórias&infinitas do Caos. [...]

à la Hakim Bey (Texto Em Aberto)

III – Ataques paralelamente a todo esse papo nanotecnopolixamanifônico existe um bando de Anseios Mentais que percorrem as vielas mais sub-expostas do entender-se negro da Alma Humana, (sempre) obtusa de tanto querer. o Diabo não é mais vermelho e seus chifres viraram chaminés&charutos sem razão de ser; sua meta (uma delas — talvez a única) [...]

à la Hakim Bey (Texto Em Aberto)

II – Desencanto o Vento dita o Rumo e a consagração dos sábios chineses é algo que não voltará. cada Espectro de sentimentalismo padece não apenas uma, mas duas, cinco, cinqüenta vezes antes de novamente virar Feto. cavaleiros fanáticos por CocaCola© levantarão enormes brigadas nas principais avenidas, em vermelho&preto construirão altares e matarão em nome [...]

à la Hakim Bey (Texto Em Aberto)

(por nenhum motivo aparente, lembrei-me deste texto, iniciado provavelmente no final de 2005, num período intelectualmente cabeçudo, rebelde & experimental. o texto não está concluído & jamais o será, por isso postá-lo-ei aqui em partes, ao longo desta semana. relendo-o agora, vejo como amansei.) I – Entro eu bebo o delírio das ruínas ancestrais mergulhadas [...]